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quinta-feira, 25 de março de 2010

Um Mercador


Um mercador
Que se veste de mestre
Ou um mestre que se veste de mercador

Quem pode saber

Os olhos não conseguem decifrar tamanha dúvida

Talvez alguém possa

As almas que comprou

Talvez elas saibam exatamente quem é

Mercador vestido de mestre
Ou mestre vestido de mercador

Somente as almas que acumulou
Podem dizer quem é

E as almas quem são
Ao pesarem quanto valem
Ao valerem quanto pesam

Mas que valor é este

Somente o mercador sabe

Mas o mestre sabe mais

Pois almas que se vendem
Não sabem o valor que tem

© Direitos reservados a Ala Voloshyn

6 comentários:

  1. Olá amiga,

    És a questão...

    p.s.como faço para aparecer minha foto qdo escrevo aqui?

    beijos... Posso pegar um texto emprestado para o meu orkut?

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  2. Oi Ala!
    Mais uma vez excelentes palavras!

    No final, se entendi bem, falta um "n" no vendem!

    E sinta-se orgulhosa, pois alcançou um pensamento do nível do Padre Antonio Vieira, pois um dos sermões dele trata justamente sobre isso...
    Ele diz algo do tipo "caros fiéis, se forem vender a alma, que vendam por um preço alto! que tristeza tenho ao ver todos os dias as pessoas vendendo suas almas por tão pouco..."

    Beijo!
    D.

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  3. Querido Danilo,

    Obrigada pela observação a respeito do "n",realmente estava faltando,já modifiquei.
    Padre Antonio Vieira tinha razão mesmo! Parece que o preço é incalculável e o que se vê é pura barganha por pequenos trocos...eu lamento,
    grande beijo..

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  4. Obrigada,Simone, por mais uma participação!
    Abraço carinhoso,

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  5. Ala, quantas flores há por aqui!!
    Que lindo jardim você fez!!
    Seu blog é iluminado, querida!!
    Abraço grande e carinhoso!

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  6. Querida Jac. obrigada pelo seu carinho. Flores nunca podem faltar, curam nossa alma!
    Beijo grande!

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NOTA

As fotos utilizadas neste blog são da web ou de amigos, como Bell Felipe, Jac Rizzo (http://jacrizzo.blogspot.com), Adriane (http://tramasecacos.blogspot.com). As telas de pintura são de minha autoria.