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terça-feira, 30 de dezembro de 2014
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
Família Voloshyn em São Caetano do Sul
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Foto 1
Casamento de Maria e Volodymyr, realizado em novembro de 1955
Foto 2
A casa da família Voloshyn ainda em construção, em 1956. Na frente estão Maria e sua filha Ala
Acervo/ Ala Voloshyn
Foto 3
Volodymyr, Ala, Maria e Jorge (em seu colo) em foto do final da década de 1950
Acervo/ Ala Voloshyn
Foto 4
Maria e Volodymyr na varanda da casa. Foto de 2005
Acervo/ Ala Voloshyn
Foto 5
Fachada atual da casa, localizada na Alameda Conde de Porto Alegre. Maria aparece na escada de entrada
Acervo/ Ala Voloshyn
Foto 6
Registro familiar durante comemoração do Natal de 2013. Da esquerda para a direita, aparecem: Níura, Jorge, Pieter, Mario, Ametista, Ala, Thor, Volodymyr e Bianca. Sentados no chão: Gustavo ( noivo de Maya), Maya, Anna e a mascote Bia
Acervo/ Ala Voloshyn
* Texto publicado na Revista Raízes 50, Ano XXVI. São Caetano do Sul / Dezembro de 2014.
Jornalista Responsável: Paula Fiorotti (Mtb. 28.927). Edição : Fundação Pró-Memória , São Caetano do Sul.
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Capa da revista Raízes, edição 50 |
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Matéria da página 64 à 68 |
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
Saudade e Esperança
Tudo que vivi está ao meu dispor como um enorme mar, repleto de objetos, cheiros, cores, texturas, emoções, pensamentos, perdas, ganhos, enganos, acertos, encontros, separações, coisas corroídas pelo tempo e outras tão novas que poderia usá-las sem pudor.
Às vezes tenho medo, pois penetrar nessa vastidão pode fazer-me perder a noção do tempo e espaço. Não há como evitar a nostalgia, seu traço maior.
Não quero viver de nostalgia! Não posso reaver o que já passou! Mas por que então sinto saudade, se é em vão?
É preciso mergulhar nesse mar misterioso com uma única razão, tocar seu fundo para depois emergir sem demora, pois quem nas suas profundezas fica, tem dificuldades para voltar, se confunde em tantas recordações que perde o rumo do seu tempo e este não é o propósito da vida!
A saudade só é benéfica num sentido: despertar a consciência do agora. Quando ela vem e impõe suas imagens, me projeta no tempo transportando-me para aquilo que já foi vivido, não para que eu fique lá, mas para que tome consciência do que me falta hoje, do que necessito para me equilibrar, para que com minhas próprias forças realize o que foi sinalizado. Isto é uma bênção, minha mente mais profunda a me enviar sinais de esperança!
Esperança, minha esperança! Me faz acreditar que é possível retocar, novo impulso dar ao que as forças havia perdido. Um Norte a mostrar que a vida é um contínuo transformar. O que já me fez chorar pode hoje ser matéria-prima para um melhor e o que já foi um alento posso tê-lo como um modelo para aperfeiçoar. A vida do ontem se encontrando com a vida do hoje, fazendo a roda eterna girar!
© Direitos reservados a Ala Voloshyn
terça-feira, 28 de outubro de 2014
Coraticum
Coraticum, tradução latina para coragem, que associa duas
palavras, cor e aticum, coração e ação. A ação do coração!
Quando a ação vem do coração nasce a coragem! Aquela luz que
ilumina o caminho escuro. A certeza em meio a incerteza. A vontade que supera o
medo. A legitimidade da alma. A superação da dor. A mão que se abre para segurar
outra mão. A espada que se ergue para o combate inevitável. A luta do
interno no palco do externo, vencendo o adversário que vive dentro de cada ser.
A vitória improvável se fazendo vitória, surgindo do nada, alimentando a
alma e a vontade de prosseguir vivo!
E mais vivo que antes, ao enfrentar, com força, o que sucumbia diante do inalcançável, com fôlego de um coração que bate no ritmo da certeza de que a vida se faz a cada respiração e que somente alcança sua meta quem acredita em sua determinação.
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
sexta-feira, 19 de setembro de 2014
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
terça-feira, 2 de setembro de 2014
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
terça-feira, 26 de agosto de 2014
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
Parte por Parte
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O que é necessário para realizar uma obra, seja ela de natureza coletiva ou individual? A ansiedade pode apontar um período restrito com elevadas tarefas a serem cumpridas, mas o deus Saturno nos impele a outra realidade. Aprendemos no decorrer da vida que o tempo e sua parceira inseparável, a perseverança, tem supremacia nesta questão.
© Direitos reservados a Ala Voloshyn
segunda-feira, 28 de julho de 2014
A Vida é Mágica
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O Anjo e o Homem / aquarela antroposófica |
A vida é mágica! A vida é magia! Quem duvida, ainda não percebeu sua manifestação mais sutil.
Você já se percebeu como que escorregando por um bueiro? Já sentiu um gosto amargo na boca, uma dor no coração, que não tem nada parecido com infarto, pois é pior, dói tudo, mas tudo mesmo?! Já teve aquela sensação de que todos os seres da face da Terra não te amam e que se morresse hoje, ninguém iria ao seu enterro amanhã? Já olhou à sua volta e enxergou tudo muito sem graça e pra piorar, lhe deu uma saudade de um lugar muito distante, mas tão distante que acabou convencido de que, com certeza, é de outro planeta? Já acordou sem esperança e foi dormir certo de que não adianta ter esperança pra nada, mas nada mesmo? Eu já!
© Direitos reservados a Ala Voloshyn
quinta-feira, 10 de julho de 2014
"Queria Ver o Povo Brasileiro Feliz...."
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A depressão diante da derrota da seleção nesta Copa é inevitável, mas deve servir de estimulo para fazermos uma reflexão profunda sobre a nossa responsabilidade neste cenário de insatisfação. Deixemos de procurar culpados pelas nossas desolações, porque isto não muda nada. Assumamos o comando das nossas vidas com nossos direitos e deveres. Somente desta maneira teremos condições de enxergar a realidade que necessita de mudanças e atuar nela, deixando de aceitar migalhas. Desta forma nosso Brasil poderá refletir uma imagem de prosperidade real, sem maquiagens de aparências insustentáveis.
© Direitos reservados a Ala Voloshyn
domingo, 6 de julho de 2014
sexta-feira, 27 de junho de 2014
quarta-feira, 25 de junho de 2014
Companheiro
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Companheiro não tem cor, raça, sexo, credo, nacionalidade,
grau de parentesco ou amizade, tudo isto é irrelevante. Ele chega nas
horas mais difíceis e não abandona. Dá ao outro o que precisa, pode ser
dinheiro, aconchego, uma palavra de conforto, um conselho, tudo na medida do
seu possível, pois não pretende ser um herói de história em quadrinhos, apenas
quer estar junto. Seu senso de compaixão é mais desenvolvido que sua vaidade.
Não tem perfil muito claro, às vezes pode ser confundido com
o “puxa saco”, mas é engano, porque quando as coisas ficam difíceis mesmo, o “puxa
saco” é o primeiro a largar a cena do problema, mas o companheiro não, este não
sai de perto enquanto for necessário.
Nos dias de hoje, em que vivemos a disseminação de valores
pobres em conteúdo e verdade, muitas vezes desacreditamos que tenhamos ajuda
numa hora de dificuldade. O culto à autonomia fundamentada no poder dá a
falsa impressão de que não precisamos de ninguém, afastando-nos uns dos outros.
Por sorte, há quem não acredite nesta ilusão, o companheiro
simplesmente apoia e sente-se feliz por isso, pois sabe dentro de seu coração,
o valor de uma mão estendida numa hora de dor, medo ou desanimo. Não se deixa
vencer pela mediocridade do egoísmo e pobreza ética.
Ele também pode esmorecer em algum momento, e precisar
de um companheiro, nem que seja um, mesmo porque, isto não faz a mínima
diferença, quando se tem um companheiro de verdade!
quinta-feira, 12 de junho de 2014
Ele "Se Acha"!
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Ele "se acha"! É o cara! É o bom, ele sabe, pode, é um vencedor, ele "se acha"! Aconteça o que acontecer ele sempre se mostra com seu poder inquestionável, por ele, é claro! Nada importa do que existe no seu entorno, o que importa é seu brilho, sua condição invejável, porque ele "se acha".
© Direitos reservados a Ala Voloshyn
terça-feira, 27 de maio de 2014
O Injustiçado "Não"
quinta-feira, 22 de maio de 2014
Sou
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domingo, 11 de maio de 2014
Mãe Ausente
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© Direitos reservados a Ala Voloshyn
quinta-feira, 24 de abril de 2014
Os Omissos Herdarão a Terra?
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fonte da foto: google |
Ele pode estar próximo, mas na hora que as coisas esquentam e se torna urgente uma decisão de transformação, ele não atua, se omite. Pode-se pensar que é mais fraco, que não aguenta a pressão e se esquiva para não ser afetado.
Talvez não seja fraqueza, e sim semelhança no ideal déspota. O omisso é nocivo, não pela sua fragilidade, mas porque não está interessado em mudança. Ele busca impor também suas vontades, defender seus interesses, mas de forma sigilosa. Não é exibicionista como o imponente, ele é oportunista e faz tudo na surdina, por trás dos panos, não se mostra, pois sua força está na sua natureza oculta e só é descoberto nos momentos mais difíceis, pois se cala quando deveria se posicionar. Não se posiciona, porque não quer, não é de seu interesse, tem tanto desejo de impor quanto o "ego grande", mas se protege e manipula a seu favor, sem que se perceba sua autoria, para que siga articulando no escuro. Agindo desta forma o omisso poupa suas forças enquanto outros tem sua energia consumida na batalha.
Os omissos herdarão a Terra?
domingo, 13 de abril de 2014
domingo, 6 de abril de 2014
sexta-feira, 4 de abril de 2014
terça-feira, 1 de abril de 2014
segunda-feira, 31 de março de 2014
quinta-feira, 20 de março de 2014
Dna. Alzira
quinta-feira, 13 de março de 2014
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Quer ser Alguém de Sucesso ou Alguém Bem Sucedido?
© Direitos reservados a Ala Voloshyn
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Sai da Moita!
© Direitos reservados a Ala Voloshyn
domingo, 2 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Quer Conhecer seu Futuro?
© Direitos reservados a Ala Voloshyn
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Gente Insalubre
© Direitos reservados a Ala Voloshyn