Você é lenha na fogueira de quem?
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Direitos autorais são protegidos pela Lei 9.610, de 19 de Fevereiro de 1968.
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terça-feira, 14 de maio de 2019
segunda-feira, 13 de maio de 2019
Avante!
Não se apegue ao que terá que deixar.
Cultive o que o faz crescer como ser humano.
E siga adiante!
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terça-feira, 16 de abril de 2019
Notre Dame
A Mãe se consome
A Mãe se sacrifica
Para acordar os filhos inconscientes
A Mãe em sua suplica por Luz
Se consome como Fênix
Para renascer nos corações empedernidos
A Vida clama por atenção
Tudo se consome
As chamas queimam o Sagrado
O ódio invade a Alma
E soberbos em sua ignorância os filhos consomem a Mãe
A Mãe chora e clama por atenção
Os filhos dormem em sua ignorância
O Grande Feminino
A Grande Mãe
A Nossa Senhora
A Notre Dame
Clama por atenção
A vida está em risco pelo ultraje ao Feminino.
A Vida em risco aponta pra Mãe
Que deve manter-se como pilar do Sagrado Feminino
Que a Vida mantém em sua profunda essência
Ignorantes os filhos consomem a Mãe
Ignorantes os filhos consomem a Vida.
quarta-feira, 20 de março de 2019
Resistência silenciosa
eu acredito na resistência silenciosa
eu acredito na força do amor
que permeia tudo
que estabelece a paz da compreensão
que enaltece a vida interna
que pacifica o olhar
que atua no florescimento da tolerância
eu acredito na resistência silenciosa do amor
que respeita a natureza de tudo o que vive
que sabe onde deve tocar
sem causar ferimento
que tem a paciência de esperar a transformação do ser
num ser melhor
que busca o sentido da vida
sem destruir o que não conhece
sem retirar a vida de tudo que vive
eu acredito na resistência silenciosa
de todo aquele que vive o poder unificador do amor
e nele se sustenta, se transforma, se expande
e se torna uno com tudo o que vive.
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terça-feira, 12 de março de 2019
Voa alto
abra tuas asas
voa alto
engrandeça teu coração
almeja teu voo pra onde tua alma toca
não perca o rumo
olha teu guia que vive dentro de ti
construa tua morada longe do chão
fuja do que limita teu voo
alcança o que te norteia
siga o que teus olhos apontam
esteja onde a luz do espírito expande
voa alto
supera voos rasantes
ultrapassa o que te cega de ti
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*Ouça o resultado da parceria entre eu, Ala Voloshyn, e Carlos Jr, onde canto meu poema Voa Alto e Carlos Jr faz toda essa composição linda, incluindo a arte do vídeo.
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*Ouça o poema no soundcloud narrado por mim:
https://soundcloud.com/ala-voloshyn/poema-voa-alto-de-ala-voloshyn-narrado-por-ala-voloshyn*Ouça o resultado da parceria entre eu, Ala Voloshyn, e Carlos Jr, onde canto meu poema Voa Alto e Carlos Jr faz toda essa composição linda, incluindo a arte do vídeo.
carlosjuniormusica@gmail.com
Instagram: @carlosjunior_piano
terça-feira, 5 de março de 2019
Vítima?
O quanto você acredita ser vitima numa situação, seja ela qual for? Admite que está subjugado e que o outro tem plenos poderes sobre você? Quer seja por violência física ou psicológica, quer seja por domínio econômico, injustiça, perseguição, preconceito, maldade, distúrbio mental ou algo que ainda não pensei?
Seja qual for o motivo não existe alguém na face desta Terra que não tenha, pelo menos, uma ínfima condição para se defender. A não ser que acredite na sua incapacidade, justiça divina ou humana para merecer o sofrimento.
Mesmo sem perceber, de alguma forma, damos ao outro a permissão de nos maltratar e se não descobrirmos de que maneira permitimos a violência, não a resolveremos em sua raiz.
Em qualquer circunstância há pelo menos dois comprometidos e para que tudo permaneça nas mesmas condições, todos os envolvidos precisam fornecer energia, sua parcela de contribuição para alimentar a forma e qualidade da relação.
Se você acreditar e sentir que é a vítima no caso, o tempo que dispender com sentimentos de inferioridade, mágoa, raiva, medo, desamparo, desigualdade, desorientação, dúvida, e se além de tudo isto, firmar a culpa alheia pelo seu estado lamentável, creio que suas chances de modificar a circunstância tornam-se mínimas ou quase inexistentes. Porque olhar para si como o sacrificado, certamente o colocará na posição de incapaz.
Mas, ao escolher a autoanálise e buscar pela parte que lhe cabe de responsabilidade no que ocorre, todo cenário muda. Identificar os próprios aspectos que alimentam o desiquilíbrio da relação, lhe propicia a consciência do que deve modificar em si, para não mais contribuir com o fato e por isto abrir suas portas para sair do sofrimento, isto é, ao investigar com afinco as raízes internas da sua maléfica condição, poderá altera-la. Eis a chave da liberdade! Autoconsciência.
E quando admitir que existe em seu ser uma força motriz para sair do seu penar e não acreditar no estado de vitima, com a consciência dos seus motivos internos, que alimentam a relação, o mal, como um tumor sem irrigação sanguínea, perecerá ou seja, o cenário mudará, porque você modifica sua posição, assim como num jogo de xadrez: a mudança de uma peça de forma adequada, altera o jogo e se for na mira, é xeque-mate!
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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019
Difícil, mas não impossível!
este mundo não é fácil!
nem pra quem tem rabo,
nem pra quem não tem!
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019
Ouroborus
é preciso morrer mil vezes
pra mil vezes renascer
é preciso mil vezes perder
o que mil vezes fez-se viver
é preciso mil vezes ir
pra mil vezes voltar
mil vezes chorar
pra mil vezes sorrir
mil vezes te olhar
pra mil vezes te ver partir
esquecer mil vezes
o que mil vezes me fez respirar
mil vezes no inferno mergulhar
pra mil vezes à tona subir
e descobrir que
de mil vezes ficam mil vezes sem par
mil vezes caminhar solitário
pra mil vezes se encontrar
e mil vezes perceber
que mil vezes restam
pra tudo terminar
e mil vezes recomeçar
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domingo, 17 de fevereiro de 2019
Florista
Vive dentro de mim a menina que colhe flores,
para oferecer a quem as pode ver.
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terça-feira, 27 de novembro de 2018
segunda-feira, 26 de novembro de 2018
Conhece-te
Maior é a liberdade de escolha
Quanto maior for o conhecimento de si
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quinta-feira, 15 de novembro de 2018
Pelo caminho
Amo árvores!
Talvez para compensar
minha necessidade de não ficar.
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domingo, 4 de novembro de 2018
segunda-feira, 15 de outubro de 2018
E se não existissem?
E se não existissem os pobres, o que seria dos abastados?
E se não existissem os famintos, o que seria dos empanturrados?
E se não existissem os ignorantes, o que seria dos hipócritas?
E se não existissem os oprimidos, o que seria dos onipotentes?
E se não existissem os agredidos, o que seria dos valentões?
E se não existissem os ingênuos, o que seria dos mentirosos?
E se não existissem os ambiciosos, o que seria dos trapaceiros?
E se não existissem os carentes, o que seria dos sedutores?
E se não existissem os burocratas, o que seria dos omissos?
E se não existissem os gulosos, o que seria dos oportunistas?
E se não existissem os preguiçosos, o que seria dos tiranos?
E se não existissem os egoístas, o que seria dos corruptos?
E se não existissem os covardes, o que seria dos déspotas?
E quanto falta pra acabar esse excesso de curiosidade? Pensa você.
Eu, parei.
Fica por sua conta continuar...
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domingo, 2 de setembro de 2018
Parceria
Turva é a jornada
Quando ausente a unidade.
O que não soma
O que não harmoniza
Vida empobrece
Ânimo minimiza.
Unir é meta
Para expandir
Iluminar
Construir.
Como numa semente
Que germina com a combinação de suas partes
No propósito de Vida evoluir.
Assim também, na união de almas
A parceria se alinha em sintonia
Maiores se tornam, para mais vida parir.
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quarta-feira, 27 de junho de 2018
Terra Brasilis
Meu sangue vem do Leste Europeu
Mas meu coração nasceu em Terra Brasilis
Brasa ardente
Brasil brasileiro
Berço de um povo abençoado
Nascente da civilização dourada incandescente.
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sábado, 31 de março de 2018
quinta-feira, 15 de março de 2018
Nascemos para vencer
Todos, sem distinção, nascemos para vencer, assim como São Jorge vence o dragão para salvar a princesa. Temos o destino selado que trazemos em nosso intimo a solicitar seu cumprimento, vencer os dragões de nossa ignorâncias, que nos incitam para baixo, para a vida cativa e sem brilho.
Somos o São Jorge que enfrenta o dragão e o vence para salvar e preservar a princesa, sua alma, que se eleva a cada dragão enfrentado, dominado e transmutado.
Vencedores de nós mesmos é o nosso dever.
Assumamos o papel que nos cabe!
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domingo, 11 de março de 2018
Senti
Noite sem luar nem estrelas.
Escuridão e chuva forte.
E eu no quarto de hotel fechado, abafado.
Demoro para dormir, escorre o suor, mas a janela não posso abrir.
De repente um ar frio sinto chegar do armário.
Um perfume doce espalha-se por todo lugar.
Não vejo nada.
Gelo, não sei o que acontece.
Cada vez mais o perfume envolve tudo e eu a suar frio.
Medo é o que sinto.
De súbito, tudo cessa, o vento, o perfume, o medo.
Olho para o armário e nada vejo.
O que aconteceu, sonhei?
Não!
Senti!
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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
Espelho, espelho, meu
Não sei o que faço aqui. Lugar estranho, não há nada e ninguém.
Há muitos espelhos! É um labirinto! Me vejo em todos os lados. Por onde tento sair, não consigo, existe sempre um espelho a me confundir. Louca imagem de mim mesma. Um jogo de espelhos. Não sei por onde ir.
Por onde sair?
E por que sair? Rendida, escolho ficar. Silencio, me entrego a mim.
Sinto, ouço, percebo o compasso do meu coração e aos poucos tudo se integra. Espelho por espelho, ladeados a formar um corredor, que me indica que o caminho de fora é o caminho de dentro.
Saí!
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terça-feira, 30 de janeiro de 2018
sexta-feira, 15 de setembro de 2017
Da alma
Vejo tanta bobagem com roupagem de intelectualidade. Coisas feias, sem nenhuma estética mesmo, aplaudidas como arte ou liberdade de expressão. Há os que usam a calunia como usam suas calças, todos os dias, como meio de atingir seus objetivos sórdidos e bem pequenos, porque tudo que tem o egoísmo como motivo é pequeno, sem graça e efêmero. As ideias que sustentam a vida são muito mais interessantes e magnânimas! Uns se orgulham de sua religião ou colégio iniciático, acreditando que isto os enobrece, mas cospem no chão na primeira esquina, com cuidado para não serem vistos. A ética se arrasta pelo chão. O medíocre, o mal, o mau, se acotovelam na multidão. Gente torpe adquire notoriedade às custas de quem lhes oferece o ombro, por ingenuidade ou troca de favores.
Vixe! Todos tocam a mesma toada? Não! Mas onde estão os que não se afinizam com essa baixeza humana? Calados? Escondidos? Solitários? Indignados? Enfraquecidos? Desanimados? Endividados? Onde estão, que não surgem para fazer frente e assumir sua ética e potência? Onde estão que deixam esta corrente mortífera passar impune e se fortalecer a cada ato? Onde?
Se a omissão imperar entre aqueles que podem contribuir para a elevação humana, não mudaremos nada. A destruição invadirá cada espaço que se encontrar vazio e descuidado.
Qual o seu compromisso com o que é bom, belo, evolutivo? Quantas atitudes assume a favor do crescimento de todos? Quanto insiste em não abandonar seu posto de ser humano digno de sua espécie? Quanto ainda irá reclamar da sujeira a solta e não fazer nada para imprimir novo rumo ou pelo menos não permitir que esta lama invada um espaço maior? Quanto ainda irá se queixar de solidão e não se unir àqueles que compactuam com o elevado também?
A omissão é tão indigna quanto a falta de ética, egoísmo e a brutalidade espiritual.
Ficar no seu quintal, cuidando das flores do seu jardim, sem olhar para o que o cerca além de suas fronteiras, pode não ser suficiente para imprimir colorido e luz ao cinza que nos oprime a alma.
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sexta-feira, 18 de agosto de 2017
Por causa dos inhames
Num dia chuvoso, já final de tarde, no supermercado eu escolho inhames. Dizem que faz bem ao sistema imunológico. Não gosto do sabor, mas se for pra reforçar o sistema imunológico, que importa o gosto!
De súbito ouço uma voz. É a mãe que chama sua filha pequena que se afasta dela, numa alegria que não falta a uma criança. A mãe dedicada e cuidadosa não espera e logo usa em voz alta um argumento bastante conhecido, poderia dizer, tradicional: "filha venha pra cá, olha a bruxa, ela vai te pegar, tá lá no cantinho, vem pra cá, corre!" A pequenina fica em dúvida por um instante, mas logo vai na direção da mãe, que olha vitoriosa e segura de si. Foi fácil, nem precisou de muito esforço.
Ah, se a menina soubesse que a mãe mente! Descaradamente mente! Mente, porque não tem consciência da potência do veneno de suas palavras. Mente, porque a preguiça toma conta do seu ser. Mente, porque não pensa no que acontece lá dentro da cabecinha desta pequena, que registra a informação. Mente, porque duvida de sua própria inteligência. Mente, porque se recusa a decidir por outra forma de agir. Mente, porque está acostumada a mentir.
E a menina? Aprende bem depressa a não acreditar em si, no seu discernimento, percepção, intuição. Também aprende a mentir, além de fixar o fato de que bruxas costumam andar pelo supermercado em dias chuvosos, preferencialmente em fins de tarde e se esconder pelos cantinhos!
Menina! Não acredite! Sua mãe mente! Descaradamente, mente!
De súbito ouço uma voz. É a mãe que chama sua filha pequena que se afasta dela, numa alegria que não falta a uma criança. A mãe dedicada e cuidadosa não espera e logo usa em voz alta um argumento bastante conhecido, poderia dizer, tradicional: "filha venha pra cá, olha a bruxa, ela vai te pegar, tá lá no cantinho, vem pra cá, corre!" A pequenina fica em dúvida por um instante, mas logo vai na direção da mãe, que olha vitoriosa e segura de si. Foi fácil, nem precisou de muito esforço.
Ah, se a menina soubesse que a mãe mente! Descaradamente mente! Mente, porque não tem consciência da potência do veneno de suas palavras. Mente, porque a preguiça toma conta do seu ser. Mente, porque não pensa no que acontece lá dentro da cabecinha desta pequena, que registra a informação. Mente, porque duvida de sua própria inteligência. Mente, porque se recusa a decidir por outra forma de agir. Mente, porque está acostumada a mentir.
E a menina? Aprende bem depressa a não acreditar em si, no seu discernimento, percepção, intuição. Também aprende a mentir, além de fixar o fato de que bruxas costumam andar pelo supermercado em dias chuvosos, preferencialmente em fins de tarde e se esconder pelos cantinhos!
Menina! Não acredite! Sua mãe mente! Descaradamente, mente!
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quarta-feira, 19 de julho de 2017
quinta-feira, 13 de julho de 2017
Com olhar limpo
Com "olhar limpo" significa não esperar ver o de sempre. É abertura para enxergar o que ainda não se viu.
Estamos tão habituados a olhar do mesmo jeito, que ficamos cegos pelo que temos na memória. Levamos a vida no automático e como se isto não bastasse, queremos arrastar uns tantos outros para o mesmo lugar, com alegação de que é o correto!
O que é o correto? O que sempre acontece da mesma maneira? Ou o que ficou definido como correto? E pensar que muita gente já foi pra fogueira por querer enxergar além! Coisas de seres humanos que pensam que sabem de tudo! Não é?
Com "olhar limpo" quer dizer, não nutrir expectativa, não esperar ver o que já se viu. É estar pronto para o que está lá, só precisando de atenção pra se revelar.
Se enxergarmos sempre do mesmo jeito, acreditando estarmos seguros e afastados do inesperado, nada evolui. E se como isto não bastasse, desgastamos quem está ávido por novos horizontes, pois quem pensa que sabe como deve ser, além de ter grandes chances de estar enrijecido, se vê no direito de importunar o outro com seu cabedal de dogmas.
Nutrir expectativas e buscar somente o que se determinou é engessar, limitar, separar, errar, enganar, agredir, desestimular, perder.
Estar pronto para olhar, com intenção de descobrir é aproximar, solucionar, aprender, escolher, se aprofundar, evoluir.
É um exercício constante esta coisa de se lançar na vida como uma criança que deseja ver tudo e aprender sem parar. É uma escolha e ousaria dizer que é uma libertação.
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sexta-feira, 23 de junho de 2017
quarta-feira, 21 de junho de 2017
terça-feira, 20 de junho de 2017
sábado, 17 de junho de 2017
Venenos Mentais
Quantas ideias a seu respeito são realmente suas? O
quanto se conhece para identificar o que é verdade e o que não é?
© Direitos reservados a Ala Voloshyn
Entre tantos que circulam em sua vida há inúmeras
mentes a se comunicar com a sua. Alguns deixam claro o que pensam, mas nem
todos e até aí nada a preocupar. Entretanto, existem indivíduos bastante
nocivos para a saúde mental de quem permitir. São aqueles que plantam venenos
mentais.
Astutos, eficientes, pelo repetido uso de sua “técnica”,
inoculam, sem que se perceba, venenos poderosos. Quem nunca ouviu frases como:
"Você está bem, mesmo?"
"Mas escreveu só isso?"
"Ainda bem que seu carro é mais velho, não terá grandes prejuízos quando bater!"
"Me preocupo com você, se não conseguir fazer, avisa."
"Quando for mais velho saberá."
"Pense bem!"
"É muito difícil!"
"Cuidado!"
"Emagreceu, tá tudo bem?"
"A vida tá boa, engordou!"
"Posso ajudar um pouco mais, mas já estou cansado."
"Veja bem, fulano me parece estranho com você!"
"Eu sempre fui mais independente, mesmo!"
E assim por diante, sempre dando a impressão que algo está errado.
"Você está bem, mesmo?"
"Mas escreveu só isso?"
"Ainda bem que seu carro é mais velho, não terá grandes prejuízos quando bater!"
"Me preocupo com você, se não conseguir fazer, avisa."
"Quando for mais velho saberá."
"Pense bem!"
"É muito difícil!"
"Cuidado!"
"Emagreceu, tá tudo bem?"
"A vida tá boa, engordou!"
"Posso ajudar um pouco mais, mas já estou cansado."
"Veja bem, fulano me parece estranho com você!"
"Eu sempre fui mais independente, mesmo!"
E assim por diante, sempre dando a impressão que algo está errado.
Quem está de bem consigo mesmo, não precisa
destilar venenos, disfarçado por uma aparente boa vontade, que é só aparente,
pois de fato mente, e através de uma sugestão subliminar mantém suas garras bem
afiadas para se sobressair ou encobrir seus defeitos causando crenças de
inferioridade no outro.
Cada vez que sentir insegurança, inferioridade,
incapacidade, medo, dúvida, inadequação ou qualquer coisa do gênero diante de
alguma observação ou comentário, é melhor avaliar com bastante atenção sem dar
vazão à emoção, se o que lhe está sendo
sugerido se trata de uma contaminação.
Seja inconsciente ou não, o efeito da sugestão é
igual, mas pode ser diferente para quem analisa e não aceita o veneno em sua
mente.
© Direitos reservados a Ala Voloshyn
quinta-feira, 1 de junho de 2017
Adeuses
Adeuses de minha vida
Que não pude evitar
Apenas viver
Adeus mãe
Adeus Anna
Adeus Paniko
Adeus Alexandre
Adeus Fernando
Adeus Eliza
Adeus filho que não segurei no colo
Adeus amigo fiel
Adeus pequeno King
Adeus pequeno Max
Adeus Nilo
Adeus Clarinha
Adeus
Adeus sonho perdido
Adeus noites infindas
Adeus vida pequena
Adeus terra distante
Adeus
Fizeram parte de minha vida
Fizeram meu coração bater
Fizeram meu sorriso
Fizeram minhas lágrimas
Fizeram minha esperança
Fizeram meu adeus
Adeus
Sem perguntas
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